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Varanasi – Parte 1/2

Rolê de Bike Rickshaw (Francisco Neto)

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Segurança (Francisco Neto)

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Abrindo a loja (Francisco Neto)

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Varanasi downtown (Francisco Neto)

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Assoviando (Francisco Neto)

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Tomando um sol (Francisco Neto)

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Main Ghat (Francisco Neto)

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Ghats (Francisco Neto)

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Intervenções beira-rio (Francisco Neto)

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Grafite (Francisco Neto)

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Silk (Francisco Neto)

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Buffalo Simpático (Francisco Neto)

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Pintura (Francisco Neto)

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Boi preto (Francisco Neto)

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Buffalos nos becos (Francisco Neto)

Foto 15 de 25

Bike shop (Francisco Neto)

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Arquitetura (Francisco Neto)

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Passando roupa na rua (Francisco Neto)

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Rickshaw crowd (Francisco Neto)

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Indo (Francisco Neto)

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Varanasi Main Station (Francisco Neto)

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Repara (Francisco Neto)

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Trânsito (Francisco Neto)

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A noite (Francisco Neto)

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Show (Francisco Neto)

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“Benaras é mais velha que a história, mais velha que a tradição, mais velha do que a lenda, e parece duas vezes mais velha do que tudo isso junto.” - Escreveu Mark Twain em seu livro Seguindo a Linha do Equador (Following the Equator) de 1897, contando seu relato sobre Benaras.

Mas você deve estar perguntando: “O que é Benaras?”. Benaras é um dos nomes da lendária cidade de Varanasi, que também é conhecida como Banaras, e teve como primeiro nome Kashi. Mas, nessa cidade de mais de 3000 anos, é difícil saber o que foi primeiro ou último. Como diz a letra de Fepaschoal o “Império do Empírico”: “Já foi muito tempo na ampulheta pra saber…”

Decidi ir a Varanasi depois de um dilema que enfrentei no fim de minha viagem na Índia: Voltar ou não voltar para o Brasil? Frustrado depois da tentativa de estender meu visto (me foi concedido apenas 10 dias a mais), estava nos meus últimos dias na Índia e sabia que deveria aproveitá-los.

Cheguei em Kashi às 06:20 da manhã. O dia acabara de nascer. Meus amigos conterrâneos estavam num hotel e haviam me instruído como chegar. Após muitos aproveitadores querendo me levar para meu destino (melhor, para o destino deles), resolvi ir de bike rickshaw.

No caminho já fiz as primeiras fotos. Aquela luz do amanhecer tocava as partes ocultas da cidade, que ainda estava com as ruas vazias. Crianças em rickshaws iam para o colégio, comerciantes se preparavam para abrir suas lojas.

Ao fim da corrida, pra não perder o costume o cara da bike queria me mangar 20 rúpias além do combinado. Nessa altura da viagem eu já tava vacinado. Paguei o combinado, virei as costas e saí caminhando rumo ao Main Ghat, deixando-o a reclamar sozinho.

De repente uma explosão de luz…boom! Estava à beira do Rio Ganges com o sol a brilhar irradiante em meus olhos. Pessoas estavam sentadas tomando um sol, outras rezando, se benzendo, alguns tomando banho. Fotografei muito, e aproveitei o passeio à beira do ganges até o hostel onde meus amigos me esperavam.

Resolvi ficar a semana toda lá. Descobri que haveria um importante concerto de canto, tabla e dança no fim de semana, e como estava um pouco cansado de ficar rodando de um lugar pro outro, tava afim de curtir um sussego (se é que isso é possível na Índia).

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