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Ouroboros.

Passo a maior parte do tempo esperando ansiosamente pelo fim, assim como espero um cigarro terminar para que possa dar atenção à outra coisa – que me levará ao próximo cigarro.

Uma ânsia do que está por vir, para poder, enfim, sentir o leve perfume quase irreconhecível da nostalgia. Não existe solidão e seu antônimo desconhecido: são solidões diferentes.

Não sei mais por onde comecei. É o tipo de coisa que se começa pelo meio. 

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