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Carona com Ouroboros.

Uma das coisas que mais me desperta fascínio é a história. E quando digo história, não me refiro às distorções de realidades estampadas nos livros de história que nos são recomendados pelas escolas e universidades, vendidos em livrarias e sebos, disponíveis em bibliotecas, guardados em estantes, gavetas e esquecidos em porões. Muito menos nas realidades expostas em revistas e jornais tendenciosos, e tampouco nas transmissões via satélite para o segundo eletrodoméstico favorito da população (que perde apenas para a geladeira), ou seja, a televisão. Quando digo história, falo sobre o que realmente já aconteceu em solo terrestre, e o que ainda está por vir.

Vários outros povos já habitaram a Terra no passado. Povos estes, muito avançados no âmbito da astronomia, astrologia, hidrologia, matemática, geografia, engenharia (com tecnologia misteriosamente inexplicável), que pertenciam a contextos sócio-culturais distintos, e a tempos e espaços distintos, e que deixaram legados que há milênios habitam a face do planeta. O curioso é que quanto mais voltamos no tempo, mais avançados são os povos. Suas construções, os dados astronômicos utilizados, e os alinhamentos dessas estruturas com estrelas e constelações comprovam que eram extremamente avançados.

Estas construções podem ser encontradas em todos os continentes. Essas são algumas delas. No Egito estão as Pirâmides do planalto de Gizé e a Esfinge. No Camboja, o templo de Angkor Wat. Na Inglaterra, os círculos de pedras Stonehenge. No México, a Pirâmide de Kukulcán, e Palenque, a maior metrópole Maia. Na Ilha de Páscoa, os Moais. Em Nazca e Cuzco, ambas no Peru, temos os geoglifos e a cidade Inca de Machu Pichu respectivamente. E em Tiahuanaco, a Porta do Sol. 

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